Confira abaixo a tradução do artigo publicado pelo Guardian.co.uk, falando, mais uma vez, sobre Party Girl e a nova fase da banda.
McFly go DIY Você gostaria que esses meninos te chamassem? McFLY conta a Will Deam como eles tomaram controle de sua música – e estão proporcionando aos seus fãs acesso inédito de suas vidas.
‘YURRWANKAS!” grita Dougie Poynter explicando uma reação comum dos britânicos brancos com o mesmo andar nas ruas. Apesar de ser irritantemente bonito, saudável e famoso, isso soa como uma peça em suas vidas que os caras do McFLY ganharam.
Quando a banda não era levada muito a sério – o vídeo para a música Transylvanis teve o cantor Tom Fletcher vestido como Nosferatu – eles foram sérios com a tentativa de ter uma carreira com músicas pop no século 21. Em 2004, assim como seus precursores imadiatos do Busted que foram nomeados, McFLY se tornou a mais nova banda a ter o primeiro álbum como número um, batendo os Beatles. A pesar disso, tirando a aparência de mais ou menos 12 anos (eles tem atualmente 22 a 25), eles permaneceram quase tão junto de Ringo e compania, com o baixista Poynter tendo que largar a escola aos 15 anos para fazer parte da banda. Que me faz sentir horrível quando eu pergunto se seu “Howl” é uma camiseta Allen Ginsberg. “Não, é AllSaints”, ele responde inocentecemente.
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“If you go walking you best follow me…”
Você gostaria que esses meninos te chamassem? McFLY conta a Will Deam como eles tomaram controle de sua música – e estão proporcionando aos seus fãs acesso inédito de suas vidas.
‘YURRWANKAS!” grita Dougie Poynter explicando uma reação comum dos britânicos brancos com o mesmo andar nas ruas. Apesar de ser irritantemente bonito, saudável e famoso, isso soa como uma peça em suas vidas que os caras do McFLY ganharam.
Quando a banda não era levada muito a sério – o vídeo para a música Transylvanis teve o cantor Tom Fletcher vestido como Nosferatu – eles foram sérios com a tentativa de ter uma carreira com músicas pop no século 21. Em 2004, assim como seus precursores imadiatos do Busted que foram nomeados, McFLY se tornou a mais nova banda a ter o primeiro álbum como número um, batendo os Beatles. A pesar disso, tirando a aparência de mais ou menos 12 anos (eles tem atualmente 22 a 25), eles permaneceram quase tão junto de Ringo e compania, com o baixista Poynter tendo que largar a escola aos 15 anos para fazer parte da banda. Que me faz sentir horrível quando eu pergunto se seu “Howl” é uma camiseta Allen Ginsberg. “Não, é AllSaints”, ele responde inocentecemente.
Após o baterista Harry Judd e Poynter entrarem, Fletcher e o guitarrista e cantor Danny Jones, com sua primeira música, 5 Colours In Her Hair, liderou as paradas, a primeira em uma corrida de sete músicas sendo número um. Eles esgotaram ingressos, apareceram no filme Just My Luck com a Lindsey Lohan (Judd foi irreverente quando mencionou Lohan depois de ter levado um fora, na música deles em 2006, Please, Please), tiraram as camisetas com mais frequência do que o necessário e educado e ganharam fortunas no processo. Em seguida, eles pareceram viver um tipo de queda como todas as bandas pops sofrem depois dos três maravilhosos anos de início: Lançaram o Greatesr Hits, mas a gravadora os demitiu e decidiram sair de qualquer radar.
Mas o que poderia ter sido o começo do fim da banda que os fãs adolescentes, o McFLY estava começando a superar todas as chances dadas e teriam o futuro em suas próprias mãos. Afortunados com o lançamento o Greatest Hits (“Isso não foi muito relevante”, diz Judd), eles começaram sua própria gravadora e gravaram o quarto álbum, Radio:Active, através do Mail on Sunday.
“Na época, nós estávamos tentando pensar sobre como nós poderíamos fazer coisas diferentes e continuar com nosso estilo musical,” diz Judd sobre decisão de seguir Prince e doar todo o material necessário em novo papel. Isso pareceu ter funcionado: Os jurnais adicionaram 300,000 para suas vendas habituais, 2,1 milhões da oferta. Para colocar isso no contexto, o segundo álbum da banda vendeu 300,00 no total. Desde que gravaram o Radio:Active corretamente, e isso os ajudou a permanecer no top 10. A turnê subsequente foi uma boa jogada – mas como um espaço sobre as partilhas associadas com o Mail? “Richard Littlejohn? O que foi isso?” diz Jones quando perguntamos. Provavelmente não foi tão importante para nos preocuparmos.
Agora, capazes de gastar dinheiro (o próprio) em vídeos e em novas fases – a pirotecnia que Lies proporciona foi supostamente achada por causa da necessidade de guardar dinheiro para economizar – a banda se sente libertada. A série de sucessos no exterior, combinada com a nova direção musical, foi suficiente para a Universal convidá-los a se juntar ao rebanho. A banda concordou em um contrado de 50/50, no qual os lucros das turnês e merchandise, mas a banda atingiu o recorde de vendas nos atuais 16% que estavam acostumados. Por causa da Universal, eles não tem que se preocupar muito sobre a perda de vendas de CD’s, eles permitiram o McFLY a oferecer todas as novas músicas do novo álbum no novo site com a base de subscrição.
Quando lançar, Super City, a nova presença do McFLY na web, dará aos fãs um acesso ilimitado à banda. Os fãs mais ativos ganharão pontos que podem levá-los a webchats e ligações; também haverá aulas de guitarra, todo o catálogo da banda, e redes sociais que tem como objetivo criar uma comunidade inteiramente direcionada ao McFLY. Tudo isso será dos fãs por um pequeno preço de £6 ao mês, ou £50 ao ano, com os primeiros 100 mil fãs sendo pioneiros, haverá uma permissão para coisas melhores. “É mais barato do que um CD, e nossos fãs gastam muito mais dinheiro em nós que queríamos achar um jeito de proporcionar um acesso melhor,” Fletcher diz.
Se esse jogo digital sair (e é um grande “se”), a indústria da música pode ser equivalente aos jogos online Manchester United em seu site. Mesmo com apenas 10 mil “pioneiros” entrando, McFLY poderá faturar muito dinheiro em um ano. É uma escala larga em mil fãs de verdade, em teoria, que sugere que a banda precisa de mil fãs pagando para a banda conseguir viver. Então, quantas pessoas vocês acham que entrarão nessa onda? “Nós teremos que descobrir…” diz um Fletcher avisando, quem sugere que ele colocará as demos online no site antes de mostrar para os amigos da banda, e que o site dará a chance das fãs dizerem qual músicas que o McFLY deve gravar e qual músicas tocarem ao vivo.
“Nós estamos apenas começando a abrir e mostrar para os fãs tudo,” diz Fletcher. “E por quê não? Eu acho que é o que tem que ser. A indústria da música é diferente hoje. Nos tempos antigos, a distância entre você e seus ídolos era algo especial. Mas agora as pessoas estão cavando informações, e você tem que [fornecê-la].”
Julgando os comentários no canal do YouTube, o que os fãs da banda também anceiam o máximo. A fim de saciar o apetite particular (e para o lançamento do site), eles fizeram o próprio filme de 30 minutos, Nowhere Left to Run; julgando o trailer, envolve algo com vampiros e pouca roupa da parte de Judd. “Nós estamos nos referenciando em pessoas como Michael Jackson quando ele fez Moonwalker. Não havia nenhuma regra, na verdade. Nós apenas pensamos que seria legar fazer um filme,” afirma Fletcher.
O vídeo para a nova música, Party Girl, é recheado com partes do filme, e representa um passo longo para eles, assumindo Blink-182. O vídeo estilo Lady Gaga, mandento um certo balanço da guitarra em torno de suas cabeças acarretou uma fama original deles. Poderia muito bem ser essa direção que permita o McFLY sobreviver (a música foi ao ar diretamente no número um das rádios), ao invés de qualquer hightech para encurralar os fãs.
Party Girl estará online no Domingo. O novo álbum do McFLY será lançado em novembro.
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