Categoria: Broccoli
Atualizado por: Bal
Data: 17.06.2008 | 13:31
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McFly no Brasil, EU VOU!: Participe da comunidade!
Sabemos que hoje em dia a ameaça de extremistas religiosos ou políticos dispostos a se sacrificar pelas causas que acreditam com a idéia de que estão fazendo um benefício para o mundo é real e bate a nossa porta todos os dias.
Inúmeras ameaças são interceptadas por grandes organizações militares mundiais, enquanto outras deixam de ter o caráter de ameaça para se tornarem efetivos ataques, como foi o 11 de setembro.
Os grupos terroristas responsáveis por ataques como esse são conhecidos em diversas partes do mundo, sendo eles a Al Qaeda, o Hamas e o Ira, para citar apenas alguns.
Um fato interessante sobre os grupos terroristas, e que vem a ser o motivo dessa coluna, é que eles vêem crescendo mais e mais cada dia, tomando proporções assustadoras e sendo portadores de armas e técnicas militares que deixariam muitos exércitos do mundo no chinelo.
Assim é o mais novo grupo terrorista inglês, o McFly. Com quatro integrantes que coordenam o grupo e dão as diretrizes para os novos ataques, o McFly vem crescendo a cada dia, ganhando novos adeptos, nova força militar e se munindo de tecnologias jamais vistas antes.
Utilizando-se de jargões da música pop mundial, o grupo formado por Thomas “O Cabeça” Fletcher, Danny “A Voz” Jones, Harry “A Força” Judd e Dougie “O Olhar de Rapina” Poynter, o grupo vinha a algum tempo preparando o seu próximo ataque a nível mundial.
Inicialmente conhecido apenas no Reino Unido devido a pequenos ataques específicos, o grupo começou a migrar para os Estados Unidos em busca de ampliar suas ações. Contudo, em sua primeira tentativa foram logo descobertos por agentes secretos americanos disfarçados e mandados de volta a sua terra de origem. Entretanto, devido a problemas de cunho diplomático apenas Harry “A Força” Judd cumpriu pena em seu país, sendo obrigado a participar de diversos interrogatórios sobre as ações em solo americano.
Porém, como todo bom militante de uma causa do mal, Harry não se deixou abalar nem mesmo sob tortura e não entregou mais do que os agentes da Scotland Yard já sabiam. Os meninos haviam convencido uma conhecida atriz hollywoodiana a usar mensagens subliminares em um de seus filmes que, felizmente, não bateu nenhum recorde de bilheteria.
Todavia, o grupo não desistiu. Tirou “férias” em uma ilha deserta ensolarada assim que foi liberado pelas autoridades inglesas na tentativa de se desvincularem de seus atos, tentando assim salvar tudo o que haviam construído durante os quatro anos que se passaram. Enquanto eles fingiam se integrar num mundo comum, seus seguidores, ou o McFly Army, como são conhecidos ao redor do mundo, preparavam-se para receber novos adeptos.
Com um bombardeio através dos meios de comunicação, o exercito foi capaz de difundir seus ideais em países onde o grupo havia sido, até aquele momento banido, permitindo que eles ganhassem espaço cada vez mais.
Um bom exemplo é o Brasil. País de uma população jovem pouco hegemônica no qual o McFly conta, hoje, com uma boa parcela fiéis seguidores.
Tudo parecia ir muito bem para o grupo. Seus fundadores se retiraram para Austrália por alguns meses para trabalhar na arma secreta enquanto seus seguidores se encarregavam de difundir a idéia do grupo ao redor do mundo no melhor estilo “Projeto de Ações Violentas”.
E, dentro de algumas semanas, o mundo irá conhecer a mais nova arma secreta desse grupo que vem balançando as estruturas do mundo. Carinhosamente chamado por seus idealizadores de “novo álbum”, Radioactive, como é conhecido pelos militantes promete salvar o mundo da mesmice da música pop.
“O mecanismo de sua ação é bem simples”, relata com exclusividade ao Broccoli, o investigador responsável pelas ações terroristas em solo Inglês, o Major Anthony Bumbum, “trata-se apenas de um cd, como tantos outros já vistos até agora, porém quando o dispositivo é usando em algum aparelho capaz de ler seus arquivos, o dispositivo muda a freqüência da música que deveria estar lá e passa a emitir radiação ionizada em raios gama, partículas alpha, nêutrons e elétrons capazes de, ao entrarem em contato com as reações sinápticas do cérebro de um adolescente comum, leva-los a acreditar que nunca ouviram nada tão bom em toda a sua existência”.
A organização inglesa descobriu também que esse dispositivo só pode ser criado após o McFly se desvincular de um grupo terrorista maior, conhecido no meio como “A Gravadora”, o que liberou grande parte da genialidade dos seus fundadores até então usada apenas em algumas pequenas ações restritas a escolha desses que os comandavam.
“Com um exército leal, fiel, muito bem treinado, cheio de vitalidade e pronto para ir a luta, acredito que o McFly apresenta grandes chances de conseguir essa dominação maciça mundial que tanto buscam”, acrescentou o Major, “acredito que Einstein tiraria o chapéu para a genialidade desses garotos”.
Agora, meus caros amigos, o jeito é esperar e aproveitar. Por isso, preparem seus fones de ouvido, empunhem seus mp3 players e vamos à luta!
Para maiores informações sobre as próximas ações, estejam vigilantes.
“Uma vez McFly, sempre McFly”.
Uhá!
Inúmeras ameaças são interceptadas por grandes organizações militares mundiais, enquanto outras deixam de ter o caráter de ameaça para se tornarem efetivos ataques, como foi o 11 de setembro.
Os grupos terroristas responsáveis por ataques como esse são conhecidos em diversas partes do mundo, sendo eles a Al Qaeda, o Hamas e o Ira, para citar apenas alguns.
Um fato interessante sobre os grupos terroristas, e que vem a ser o motivo dessa coluna, é que eles vêem crescendo mais e mais cada dia, tomando proporções assustadoras e sendo portadores de armas e técnicas militares que deixariam muitos exércitos do mundo no chinelo.
Assim é o mais novo grupo terrorista inglês, o McFly. Com quatro integrantes que coordenam o grupo e dão as diretrizes para os novos ataques, o McFly vem crescendo a cada dia, ganhando novos adeptos, nova força militar e se munindo de tecnologias jamais vistas antes.
Utilizando-se de jargões da música pop mundial, o grupo formado por Thomas “O Cabeça” Fletcher, Danny “A Voz” Jones, Harry “A Força” Judd e Dougie “O Olhar de Rapina” Poynter, o grupo vinha a algum tempo preparando o seu próximo ataque a nível mundial.
Inicialmente conhecido apenas no Reino Unido devido a pequenos ataques específicos, o grupo começou a migrar para os Estados Unidos em busca de ampliar suas ações. Contudo, em sua primeira tentativa foram logo descobertos por agentes secretos americanos disfarçados e mandados de volta a sua terra de origem. Entretanto, devido a problemas de cunho diplomático apenas Harry “A Força” Judd cumpriu pena em seu país, sendo obrigado a participar de diversos interrogatórios sobre as ações em solo americano.
Porém, como todo bom militante de uma causa do mal, Harry não se deixou abalar nem mesmo sob tortura e não entregou mais do que os agentes da Scotland Yard já sabiam. Os meninos haviam convencido uma conhecida atriz hollywoodiana a usar mensagens subliminares em um de seus filmes que, felizmente, não bateu nenhum recorde de bilheteria.
Todavia, o grupo não desistiu. Tirou “férias” em uma ilha deserta ensolarada assim que foi liberado pelas autoridades inglesas na tentativa de se desvincularem de seus atos, tentando assim salvar tudo o que haviam construído durante os quatro anos que se passaram. Enquanto eles fingiam se integrar num mundo comum, seus seguidores, ou o McFly Army, como são conhecidos ao redor do mundo, preparavam-se para receber novos adeptos.
Com um bombardeio através dos meios de comunicação, o exercito foi capaz de difundir seus ideais em países onde o grupo havia sido, até aquele momento banido, permitindo que eles ganhassem espaço cada vez mais.
Um bom exemplo é o Brasil. País de uma população jovem pouco hegemônica no qual o McFly conta, hoje, com uma boa parcela fiéis seguidores.
Tudo parecia ir muito bem para o grupo. Seus fundadores se retiraram para Austrália por alguns meses para trabalhar na arma secreta enquanto seus seguidores se encarregavam de difundir a idéia do grupo ao redor do mundo no melhor estilo “Projeto de Ações Violentas”.
E, dentro de algumas semanas, o mundo irá conhecer a mais nova arma secreta desse grupo que vem balançando as estruturas do mundo. Carinhosamente chamado por seus idealizadores de “novo álbum”, Radioactive, como é conhecido pelos militantes promete salvar o mundo da mesmice da música pop.
“O mecanismo de sua ação é bem simples”, relata com exclusividade ao Broccoli, o investigador responsável pelas ações terroristas em solo Inglês, o Major Anthony Bumbum, “trata-se apenas de um cd, como tantos outros já vistos até agora, porém quando o dispositivo é usando em algum aparelho capaz de ler seus arquivos, o dispositivo muda a freqüência da música que deveria estar lá e passa a emitir radiação ionizada em raios gama, partículas alpha, nêutrons e elétrons capazes de, ao entrarem em contato com as reações sinápticas do cérebro de um adolescente comum, leva-los a acreditar que nunca ouviram nada tão bom em toda a sua existência”.
A organização inglesa descobriu também que esse dispositivo só pode ser criado após o McFly se desvincular de um grupo terrorista maior, conhecido no meio como “A Gravadora”, o que liberou grande parte da genialidade dos seus fundadores até então usada apenas em algumas pequenas ações restritas a escolha desses que os comandavam.
“Com um exército leal, fiel, muito bem treinado, cheio de vitalidade e pronto para ir a luta, acredito que o McFly apresenta grandes chances de conseguir essa dominação maciça mundial que tanto buscam”, acrescentou o Major, “acredito que Einstein tiraria o chapéu para a genialidade desses garotos”.
Agora, meus caros amigos, o jeito é esperar e aproveitar. Por isso, preparem seus fones de ouvido, empunhem seus mp3 players e vamos à luta!
Para maiores informações sobre as próximas ações, estejam vigilantes.
“Uma vez McFly, sempre McFly”.
Uhá!
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